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Archive for the ‘Social’ Category

Não tem tanto a ver com o jornalismo de games em si, mas acho que é uma ajuda pra qualquer um. Encontrei num fórum e vim aqui dividir essa sabedoria com vocês, que em maioria são machos. Se vocês tem problemas com namoradas ou esposas que odeiam o seu melhor vício, é imprescindível ler este guia.

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O JdG (até a sigla é bacana, olha só) não tem nem meia semana de vida e olha só: um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove… dez posts! E todos eles excelentes. O meu 16-BIT tá fazendo praticamente fazendo um ano e eu não sei se tem dez posts bacanas. Como diria Paulo Bonfá:

Que bonito, que alegria, que beleza!!!

Enquanto todos vão de profundas análises sobre o que quer que seja, eu resolvi começar os meus trabalhos aqui nesse aconchegante lar de idéias seguindo o Renato Bueno Way of Life (and Writing). Post pequeno, links relevantes.

Great Games ExperimentVocê conhece o The Great Games Experience? Apesar do nome presunçoso (e longo) demais, é apenas uma rede social voltada para a galera que curte apertar uns botõezinhos de vez em quando. O pessoal da música tem o Last.fm, os com gordurinhas a mais têm o Traineo.com, os gringos têm o MySpace, os fuchiqueiros têm o Orkut… agora os gamers têm o GGE.

Lá você faz o seu perfil (outro) e ganha uma página que você pode personalizar com módulos. Tem módulos de listas, de amigos, de links, de vídeo, de texto, de qualquer coisa. Nem consegui fuçar em tudo. Aí você começa a navegar na seção Games e nota que tem uma certa semelhança com o nosso GameLib, no âmbito de que todos os jogos têm a sua página e as pessoas classificam, escrevem reviews, comentam sobre o jogo e marcam coisas como “Eu já joguei” e “Eu tenho”. É divertido.

Mas o lance mesmo do site (segundo o próprio slogan: “Where gamers and game-makers connect”) é ser um canal de comunicação entre produtoras e jogadores. Quando você cria um perfil, você escolhe se é um gamer, uma produtora ou uma distribuidora, e os perfis são diferentes no que diz respeito a ferramentas de comunicação. É claro que você não vai bater um papo com o pessoal da EA, da Ubisoft ou da Nintendo por lá (se bem que eu não procurei, vai saber…), mas aí entra outra característica forte dessa comunidade: webgames, jogos casuais e o Final Fantasy nosso de cada ano convivem em perfeita harmonia. As produtoras menores, geralmente de webgames em Flash, estão efetivamente usando o serviço para interagir com o seu público-alvo e todos estão felizes e contentes.

Se for dar uma fuçada lá, o meu perfil, como sempre, é stratofabio. Só não repara a bagunça (é sério).

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