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Se passou um ano já desde o último post desse hein?

Estou aqui para provar que tem um bando de gente que ainda tem feed desse lugar e para parabenizar todos esses meninos e meninas que ralam todo dia, toda noite e quase toda madrugada para nos trazer o melhor do mercado de games escrito bonitinho e com lindas figuras.

Parabéns!

Não tem tanto a ver com o jornalismo de games em si, mas acho que é uma ajuda pra qualquer um. Encontrei num fórum e vim aqui dividir essa sabedoria com vocês, que em maioria são machos. Se vocês tem problemas com namoradas ou esposas que odeiam o seu melhor vício, é imprescindível ler este guia.

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Engavetados!

Acho que todo mundo por aqui já teve texto engavetado. Você pesquisa, dá o melhor de si e redige um texto com todo o amor e carinho, pra chegar na hora agá e ele sumir.

Os motivos são múltiplos, desde o mais comum “não sobrou espaço” até outros que passam por motivos bem piores, como “você falou mal do nosso parceiro comercial e ele não gostou”.

O negócio é: como vocês se sentem ao ter algo engavetado? Bate aquela sensação emo?

PS: Aliás… esse blog tá precisando de uma ajeitada, hein Fabão?

Os arcades

A falta de acento pode ser uma boa. Se tivesse, certamente eu teria que corrigir a palavra “arcade”, pois o Word gosta mesmo de Literatura.

Todos sabemos que os arcades se encontram em um quadro desanimador. No Brasil, ficam nos botecos ou na casa do Orlando (o que para os arcades deve ser uma boa).

Aqui, a coisa se mostra pouca coisa melhor. Os pachinkos (inclusive com Devil May Cry) e jogo de grua que dominam. Os arcades ficam em um canto, com poucos jogos em quantidade. Pelo menos em qualidade, tudo OK.

O tempo aqui na LAN encontra-se perto do final, portanto serei breve, para depois completar. Por enquanto, joguei F-Zero AX e Time Crisis 4. Queria jogar um de Resident Evil, mas estava quebrada. Vi o arcade do Super Mario Kart, mas ainda estou por jogar.

Game de bolso

Como havia escrito no texto anterior, os chamados games de bolso fazem muito sucesso por aqui.

No primeiro lugar, disparado, o Nintendo DS. Em seguida, PSP. Coisa de GBA, apenas cartuchos. Nem o GBA micro tem aparecido muito, mesmo por causa do nome. WonderSwan ainda consigo achar, mas muito raramente.

Fora os aparelhos em si, existe uma infinidade de bugigangas e aparatos para acoplar no seu videogame. Alguns considerei muito bons, como uma capa de silicone que cobre todo o PSP, menos a tela. Outros, nem tanto, como diversos estojos que se mostram caros demais.

Um novo modelo de PSP vai passar a ser vendido em breve. A principal novidade apresenta-se pela capacidade de interagir com a TV. Vai ter inclusives cabos A/V, componente etc. para PSP. Meio paradoxal, mas tudo bem. O novo modelo vai apresentar algumas coisas distintas do modelo atual, como local dos alto-falantes mais para cima e medidas externas. Mas a que eu gostei foi tempo de load menor a partir do UMD.

Mas sucesso mesmo fazem os straps. Aquelas correntinhas que enfeitam e ao mesmo tempo impede quedas. Pessoal aqui pendura um monte de coisa no celular, DS e PSP.

Qual seria o motivo do sucesso dos “games de bolso”? Cito a qualidade crescente desses aparelhos. Antigamente, era para jogar e nada mais. Hoje, eles acessam a internet, exibem fotos, melodias, filmes, ensinam Yoga e idiomas. Outro dia quase comprei um “jogo” para praticar kanji no PSP. Havia acabado na loja.

Soma-se o fato de que os japoneses ficam muito tempo fora de casa, seja estudando ou passeando. Portanto, passam muito tempo dentro dos trens. Os games chegam a concorrer em termos de quantidade com livros e revistas, mas perdem para o celular, naturalmente.

Claro, tenho que citar o fato de que aqui pode-se jogar calmamente em locais de acesso geral, sem se preocupar (muito) com furtos e roubos.

Nintendomina

Jogando em casa, a Nintendo domina. Nem mesmo os mais ardoroso -ista seria capaz de discordar. Nas lojas, Wii e DS contam com muitas prateleiras. Por vezes, quatro. PS2 e PSP, uma cada. PS3, meia. Dividindo com algum outro sistema, Xbox 360.

Os games, sem ser em lojas especializadas, ficam no mesmo setor dos brinquedos. O povo aqui parece nem ligar para isso, felizmente. Coisa boba ficar implicando e exigindo que games fiquem em setor exclusivo.

Os adultos e jovens seguem calmamente ao setor de brinquedos para ver os games sem o menor constrangimento. Outro dia foi divertido. Um casal (devem ter uns 50 anos) foi procurar um jogo de Wii. O ojisan (senhor) olhou para a TV em que estava ligado o PS3 e disse: “Ei, veja o PlayStation 3!”. Na verdade, ele disse outras coisas, mas, para traduzir totalmente fiel, eu teria que usar acentos. Mas ele disse com um grande sorriso. Achei interessante o conhecimento que outras pessoas (sem ser jogadores) apresentam sobre games. Tenho usado muito o PSP para mostrar fotos do Brasil para os japoneses. A maioria: 「あ、ピエスピ」。”Ah, o PSP”.

A Nintendo faz sucesso nas lojas, mas nos trens, para cada DS que vejo, tem uns cinco PSPs. Mas ambos perdem feio para os celulares (alguns com sensor de movimento).

O esquema de sucesso aqui realmente se mostra ser os games para jogar em qualquer lugar. PS2, PS3, Wii e Xbox 360 (estes, mais de mesa), precisam correr mais.

Pizza ou sushi?

Estando na Terra do Sol Nascente, muito complicado escapar de ver assuntos de games na TV e nas livrarias, nem se eu quisesse.

Como era de se esperar, existe uma grande variedade de revistas de games, mas a especialidade de cada uma que impressiona. Tem revista apenas de PS3 (com BD-ROM de brinde), PS2, DS+Wii, DS, Xbox 360 (realmente) e inclusive do PSP. As principais permanecem Famitsu e Dengeki.

Ainda sou incapaz de verificar qualidade do texto. Apesar que encontrei um erro na Famitsu: ASH – Archaic Seald Heat. Mas tudo bem.

Portanto, conto-lhes o que vejo e observo. A quantidade de folhas impressiona, uma vez que trata-se de uma revista semanal. Entretanto, poucas folhas apresentam propagandas. As revistas apresentam muitas listas, rankings dos mais variados tipos: quais os games mais vendidos, os mais esperados, por sistema etc.

No caso da Famitsu, existe uma parte sobre cinema, CDs, DVDs, inclusive sobre comidas vendidas em lojas 24h, muito populares por aqui entre os jovens. Na Dengeki PSP que comprei, tem uma reportagem que a SuperDicas PlayStation mostrou faz tempo: fora os games, as outras utilidades do PSP. O custo para o consumidor final das revistas de games daqui varia entre ¥300 e ¥1,000. Isso porque algumas encartam brindes. A Famitsu normal, multi-sistemas, custa uns ¥350. A Dengeki PSP, ¥390. Barato, considerando o poder aquisitivo do pessoal daqui. (Nota: US$ 1 = ¥120 aproximadamente)

De acordo com o mercado em que se inserem, penso que as revistas brasileiras devem nada para as daqui. As daqui encontram diversas facilidades, as quais nem preciso citar. Espero. Mas cito uma suposta conversa (em um telefonema local) entre o editor da Famitsu e algum figura do ramo de games local.

– Queremos entrevistas o senhor. Tudo bem?

– Claro, passe aqui depois do seu expediente. Pegue o trem tal etc.

Portanto, vejam o trabalho que o pessoal de revista brasileira de games precisa fazer. Telefonemas internacionais, cartas e encomendas internacionais, barreira do idioma, mesmo leitores desacreditam por vezes.

Mas ainda preciso saber-saber como que acontecem os fechamentos das revistas daqui. Pedem pizza ou sushi?