Poxa, ao que parece estamos todos muitíssimo ocupados, não? Talvez até mais ocupados do que a gente pensa.
Então tá. Deixe-me iniciar um pequeno debate. Vamos falar de jogos, mas com um âmbito mais profissional. O Fabão mencionou há alguns posts atrás a importância de se ter um acervo mental.
“(…) construir um bom acervo mental é fundamental para se destacar. E um jornalista de games constrói o seu cabedal de especialização… jogando.
Não é necessário jogar toda e qualquer porcaria que sai por aí (se bem que algumas aberrações são importantes pela relevância, como Enter the Matrix ou o novo Sonic the Hedgehog). O importante é se concentrar nos títulos que têm papel de destaque na história dos jogos eletrônicos.”
No texto, ele deu alguns exemplos, como Shadow of the Colossus, Rez e Beyond Good & Evil. Minha proposta com esse post é justamente expandir esse leque de exemplos. Compilar uma pequena e resumida lista de jogos relevantes e importantes para o acervo mental de um jornalista de games.
Quais jogos você considera importantes nesse sentido? Quais jogos você acha que devem ser “jogados e compreendidos”, pois alteram a forma como as coisas são feitas e quebram paradigmas?
De minha parte, eu vou começar citando apenas um (afinal, temos bastante espaço nos comentários para desenvolver a discussão): Katamary Damacy. Por quê? Porque depois de jogar Katamari, você definitivamente passa a olhar os jogos não-convencionais com outros olhos. Ele eleva o padrão. Ele mostra que um jogo pode ser completamente bizarro e diferente, mas ainda assim altamente genial.
Agora é com vocês.
Ch***********************pa, falta de atualização!
Ch**********************pa, curíntia!
Sei que o assunto é games, mas não me aguentei…
Desculpa aê
Por falar em futebol, creio que jogos de esporte não são necessários para um bom acervo mental.
Parece que quando se joga um game de um gênero, como futebol ou basquete, parece que se joga todos.
Nunca gostei tanto de WE, apenas esse último me chamou atenção.
Outro tipo de game que não me cativa e na minha opinião “emburrece” o gamer são games como GTA (mas deixemos BULLY fora disso), pois todos que conheço quase nem seguem as missões, apenas ficam roubando e barbarizando pela cidade. O game assim como o bracht disse , deve fazer a gente olhar pros games com outros olhos.
pena que eu escrevi, escrevi e ainda acho que não escrevi nada muito válido
Eu cito Pacman.
Você pode tomar o rumo que quiser na sua vida (ir para qualquer direção do labirinto)?
Você sabe quais são suas prioridades (percorrer todo o labirinto)?
Você dá o máximo de si mesmo e não deixa nenhuma oportunidade para trás (comer todas as pastilhas do labirinto)?
Quando surgem as adversidades e perigos, você apenas foge ou toma a coragem e parte para cima do problema (pegar a pílula de força e comer os fantasmas)?
Quando surgirem as oportunidades na vida, você larga tudo e vai atrás delas (as frutinhas que dão bônus)?
Se algo acontecer, você enfrentaria tudo de novo, mas dessa vez com vontade vencer (acabando as “vidas” e começando de novo a partida”)?
Isso é Pacman ou o jogo da sua vida?
Existem milhões de jogos que já foram feitos. Foram lançados mais de 600 consoles. Absorver todo essa informação é impossível, mas concordo que através de jogos-chave, podemos compreender a maioria dos outros jogos (lemrando que de de uma maneira ou outra, a maioria dos jogos é clone de algum outro), se acharmos os jogos que possuem características singulares e compreendermos o motivo dessas características serem a chave de um padrão que transforma esses jogos em sucessos que as pessoas adoram, esse acervo mental será fundamental para o tema que escrevemos( e vivemos).
Próximo!!!
@Gustavo (magrelo)
Rapaz, discordo com você que GTA emburrece, a verdade é que gente burra não joga sério. GTA é um baita jogão, mas ele dá a oportunidade de ficarmos vadiando, coisa que não existe em Final Fantasy, por exemplo. Por isso que muita chama GTA de game de “brasileiro jogador de Winingueleve”, mas não é bem assim!
@Maurilink
Pô…nunca tinha imaginado Pacman de forma tão…abrangente! Comparar pacman com a vida! Isso que eu chamo de “ler as entrelinhas”. Confesso que, apesar de ter achado meio exagerado, concordo com você. Pacman é um jogo que revolucionou mesmo, pau a pau com Tetris…mas não é sobre esse que vou falar, mas sim sobre o game que, na minha opinião, fez uma revolução inigualável:
Super Mario 64
Deixando de lado o ismo, não há gamer que negue que Super Mario 64 reinventou o modo de jogar. Foi ele que ensinou ao mundo como é que se faz um game em 3D, ele fez um padrão que é seguido até hoje, mesmo nos jogos recém-lançados. Foi ele que mostrou a importância que as alavancas analógicas têm. Enfim, ele é o game-base para TODOS os padrões atuais de jogos. Tá certo que temos muitos estilos, e talvez com certeza algum outro game usaria o mesmo conceito se este não fosse utilizado anteriormente por Super Mario 64, mas, pelo menos para mim, não há game mais “importante” que Super Mario 64!
caro Gui stadler
Você não pode discordar de mim que a maioria ESMAGADORA das pessoas joga GTA só para roubar , matar, atropelar e etc… games como final fantasy , Zelda e até Resident Evil exigem muito mais do Jogador. Já joguei muito GTA e procuro seguir as missões… nem sempre essa liberdade nos games é legal.
Caraca, essa filosofada sobre Pac-Man me encheu de inspiração.
Tanto que aproveitei pra arrumar alguns errinhos de digitação no texto.
E, sim, Mario 64 é realmente uma das maiores bases de todos os jogos atuais. Muito válida a entrada, Sr. Stadler.
Bom, mas isso não se deve ao jogo, e sim ao público que o joga. Os jogadores de GTA são, sim, em sua maioria, pessoas que não tem algo que podemos chamar de “cultura gamer”, mas o game em si não focaliza isso. É só ver as revistas e sites, um game cujo público-alvo são pessoas burras tiraria notas altas de avaliadores rigorosos como a IGN ou a própria Futuro Comunicação? O jogo até foi capa da EGM PC! O que quero dizer é que o game é tão bom que seu público não se limitou a pessoas que jogam sempre. Não que Final Fantasy seja ruim pelo mesmo motivo…Enfim, como diria um colega, “GTA é divertido não por que você pode matar velhinhas com um tiro à queima-roupa, mas sim pela engine do jogo.”
O difícil é convencer o pessoal disso…Quanto à questão liberdade, concordo com você, nem sempre é legal…mas em games como GTA, ela é essencial.
O comment acima foi para o Gustavo, não tinha visto o do Fabio…se alguém aí quiser editar e juntar os dois comments, à vontade.
E Mario 64 é, de fato, uma base, Sr. Bracht. Ou você queria que eu colocasse Trickster no lugar dele?!
Puta que pariu, esses comentários viraram o pior tipo de discussão sobre games que eu conheço.
GUS
Francamente, “GUS”, vir com alguma expectativa pra cima de uma discussão nos comentários de um blog é medíocre.
Não era a minha intenção frustrá-lo, senhor, perdão.
Getalife =p
GUS, então por que não tentar mudar o rumo dos comentários, fazendo um acrescente alguma coisa?
Vamos lá, ninguém mais quer participar de uma discussão saudável? Ninguém mais tem um jogo que ache obrigatório e quer compartilhar? Ninguém mais tem tempo para digitar 300 caracteres?
Tem um outro jogo de Nintendo64 que sempre destacou-se dos demais em seu gênero.
///007 GoldenEye\\\
Conheço gente que adora FPS e ama jogar GoldenEye, gente que nem sabe a diferença de first person shooter de frames per second e ama jogar GoldenEye, e gente que não sabe a diferença entre PlayStation de PolyStation ou NES e SNES, mas ama jogar GoldenEye.
Mas a semelhança entre todos essas pessoas é uma só: elas amam jogar GoldenEye.
Durante os anos em que trabalhei em uma loja/locadora de videogames, vi um público de 8 a 80 me dizendo que adorava esse jogo, vendi muitos N64 com ele, e adorava quando aparecia gente que tinha PlayStation, e quando via a gente jogando GoldenEye vinha eufóricamente perguntar: “tem esse jogo pro PlayStation?”.
GoldenEye não detinha o título de jogo com melhor gráfico de sua época, mas tinha personalidade, inclusive com as faces dos atores do filme estampados em suas contrapartes poligonais do jogo, e também aquilo de chamo de “equilíbrio visual”. Todos os elementos gerados pelo jogo são do mesmo nível, não tem essa do personagem principal ser modelado com milhares de polígonos e os inimigos com centenas, a escala de modelagem poligonal é muito similar (mas ainda não totalmente equilibrada…), e não tem cenários fantásticos e outros meia-boca, todos tem propostas diferentes, com um design funcional para a proposta da fase e da história do jogo (não do filme).
A jogabilidade simples proporciona rápida assimilação dos comandos, e o destaque para as armas é merecido, pois a maneira como se utiliza o armamento influi na jogabilidade e no modo de se jogar.
Meu modo preferido era jogar multiplayer só com pistolas (pt 47) e minas de aproximação (proximity mines), era muito bom ficar armando as minas em lugares estratégicos e ver os amigos caindo que nem patinhos, como por exemplo minas embaixo de escadas ou do lado de portas.
Curtimos tanto esse modo que quando aparece um FPS sem minas de aproximação, para mim parece que o jogo perde automaticamente metade da graça, e um jogo de 007 sem essas minas nunca mais será tão divertido.
A trilha sonora, com suas músicas mais agitadas e grudentas (a música da primeira fase é meu toque de celular), e efeitos sonoros não tão fiéis à realidade, mas diferenciados do padrão dos FPS da época, se harmonizavam perfeitamente com a ação.
O grande mérito de 007 GoldenEye, juntamente com Super Mario64 e The Legend of Zelda Ocarina of Time, é a empatia que o jogo proporciona, a tão falada e desejada “imersão” na proposta do jogo, você realmente se sente um 007, não que está apenas controlando o 007, e também tornar tudo isso possível para aqueles que até então não eram familirializados com FPS.
Um jogo amado, respeitado, invejado, e sempre comparado…
WTF Bueno postou e não falou de Mafia.
Mantendo ainda o foco no PC, cito Half-Life, Counter-Strike (sim), Ultima Online (indispensável), os adventures da Lucas Arts (TODOS) e… a série Championship Manager/Football Manager.
Jogar com estatísticas, jogar com palavras, jogar com tática e inteligência, não com técnica nos dedos. Muito estimulante.
Era ainda melhor quando os jogos eram apenas “narrados” (na época do Championship Manager antigo), pois propiciavam a criatividade, a imaginação.
O país do futebol, e mais do que quase200milhõesdejogadores, somos o país com quase200milhõesde[b]técnicos[/b].
Ótimo. Odeio quando comandos vbb não são reconhecidos.
E HTML?
Também estava esperando que o Bueno fosse citar o Mafia logo de cara.
Um que me chamou a atenção nesses últimos anos(fora SOTC, Katamari e os outros citados) foi o Wario Ware, afinal, é um conjunto de jogos simples que é simplesmente fácil demais de se viciar(desculpe o trocadilho
).
Um game que é interessante de se jogar a série para entender como foi a progressão é o Street Fighter. Coisa de fuçar os jogos originais, ver até onde você mesmo chega e depois comparar com as lutas vistas nos campeonatos por aí e ver como a profundidade do jogos foi sendo modificada para algo mais fácil de ser absorvido, pois em um Super Street Fighter II X acaba nem tendo graça ver um principiante contra um veterano, mas quando se vê uma luta de SFZ3, já se pode notar uma curva de aprendizado menos radical.
Outros jogos que me fizeram ter uma visão diferente dos jogos(em sua época) podem incluir :
- Actraiser(Pelo cuidado que o jogo todo teve em sua produção e pela dificuldade infernal na luta final com os chefes);
- Prince of Persia para snes(como repaginar um game que já nasceu como clássico e elevá-lo para outro nível);
- Goemon(Tem coisa mais louca que estar no meio do japão feudal, e encontrar desde robôs gigantes até jogar Xexex por uns mangos? E haviam jogos tão engraçados feito esse antes?);
- Art Of Fighting 2(Deveria citar o primeiro, mas acho que a qualidade chegou a um nível incrível nessa versão, pois eram muitos personagens, todos muito equilibrados e cada um demonstrava um meio diferente de se jogar);
- Romancing Sa-Ga 2 e 3(se tinham games para te deixar perdido, eram esses… muita coisa para se fazer e não eram muitas coisas que eram lineares… depois de jogar esse game, muita gente vai entender porque eu não considero o free-roaming e assuntos polêmicos em jogos algo pioneiro do gta, hehehe);
- Sim City 2000(bem, é um dos poucos games que alguns colégios por aí adotaram como educacional… preciso dizer mais alguma coisa?);
- Mario World(quer 120 estrelas? que tal 96 fases?); entre vários outros.
Ah, carimba aí no acervo mental o The Sims.
Muita gente torce o nariz para esse jogo, mas muito mais gente torce desesperadamente por novas expansões, hehe.
Will Wright é um cara legal mesmo, tem quase o nome igual ao Wii…
Final Fantasy. Acho que pelo menos um Final Fantasy tinha que estar no acervo mental de cada gamer, e por acaso é o maior furo do meu. Precisa ter acabado pra contar? Porque senão tenho umas 10 horas de FF VII na bagagem.
Beyond Good & Evil com certeza. Os novos Prince of Persia, se não a trilogia inteira pelo menos Sands of Time ou The Two Thrones.
Zelda, pelo menos um Zelda. Pelo menos um Metal Gear Solid também. E ninguém merecia morrer sem se cagar com o primeiro Silent Hill.
Ih, tem muita coisa mais. Shadow of the Colossus, Okami, Katamari Damacy, God of War, Kingdom Hearts, todos furos do meu acervo
Cacete, ia deixar Chrono Trigger de lado. Ainda é uma das grandes tristezas da minha vida não ter terminado esse e ter jogado quando não sabia lhufas de inglês. Agora falta é tempo.
Eu vou citar um jogo pelo qual sou apaixonado: Xenogears…Um misto de politica, história, profecias, mistério, romance e tudo que um RPG tem que ter…Praticamente perfeito…Esse sim deve ser jogado e “sentido”, muito bom mesmo…
Ei, já viram que o Games Radar está trazendo uma matéria sobre os jogos que definiram novos rumos à seus gêneros?
Está sendo analisado um gênero a cada semana.
Eu vou acompanhar e ver a Brazillian Difference em relação aos gringos.
http://www.gamesradar.com/us/ps3/game/news/article.jsp?sectionId=1006&articleId=2007042011264828002&releaseId=20060314115917309058
Ah.. podem achar uma menina falando disso pouca coisa…
mas eu ja joguei 90% dos jogos citados acima e concordo plenamente com metade desses caras.
Jogos que valem ter na cabeceira (para mim )
* The Legend of Zelda: Ocarina of Time (sem descrição, uma revolução, um marco.);
* Pokemon’s – até parece que nenhum de vcs nunca botou as mãos nakeles bichinhos bunitinhos e fez o possível e o impossível pra botar eles num nível decente;
* Resident Evil’s – cada novidade era uma festa na imprensa, nós, os jogadores, nos arrepiamos e passamos muitos momentos apertados nuns chefes impossíveis (de primera)
* God of war – que jogabilidade; que puzzles;
Entre outros que ja foram mencionados… porque a gnt cresce com esses caras na cabeça… e chega a virar a noite zerando um game só pela ansiedade de ver o príncipe salvando a princesa (uahau… metaforizando, claro)
flw!
Logo de cara me lembro de Xenogears, como citado acima, para o Play 1.
O jogo apesar de ter mais narrativa, que ação ( com exceção de seu primo Xenosaga 1,2 e 3, que é praticamente um video) tem uma historia fabulosa e uma msg muito legal, isso tudo com graficos belissimos, para epoca claro.
So definitivamente viciado em jogos de RPG para Video Games, e de certa forma eles influenciaram muita a minha vida, afinal muitos utilizam de liçoes helenicas de morais e coisas do genero.
Citaria tambêm Final Fantasy 6 e 7, Wild Arms, Phantasy Star, Grandia
Como poderia esquecer então de Final Fantasy Tatics, com herois e vilões marcantes, e uma trama altamente envolvente para qualquer idade? Até hoje eu jogo esse jogo de vez em quando.
Então eu Cito Kingdom Hearts 2…
Cito Também o Recém saído do Forno Twilight Princess…
simples…
Bom, já que é pra citar, vambora!
O PS2 foi o campeão de bizarrices, mas estes jogos esquisitos divertem pela diversidade de jogabilidade.
Eu admiro muito Fantavision, é bizarro e estimulante, assim como o tão falado Katamari, o extremo máximo da bizarrice divertida, Mr. Mosquito também é muito engraçado!
Agora, tem um jogo que não consigo esquecer e que não é nenhum pouco bizarro. Ele é sério demais, até pela complexidade da história e do ambiente fantástico – Snatcher, de Sega CD. É bem velho, mas é um PUTA jogo!
MUDs – Qualquer um já é suficiente pra conhecer como tiraram o RPG da mesa e jogaram no PC há 20 anos atrás. Até hoje tem uns bem legais.
Ultima Online – o início do MMORPG como algo popular, UO é descentralizado e tem tanta possibilidade de ser diferente dentro do jogo que ainda impressiona muito gamer.
Se eu lembrar de algo mais eu posto aqui.
André Forte…
SNATCHER… bem lembrado!!
Era um dos games da primeira leva de jogos de saturn…
SUPIMPA!
Eu colocaria um game para perder o tempo, mas que serve como curiosidade, a série Dot Hack. Mesmo eu, Daniel Tenreiro, gostando muito, é uma parada meio vaga. A história não é muito linear e o sistema de batalhas é um tanto quanto psicodélico. Fique longe? Talvez…
tirando os obvios tipo street fighter,zelda, final fantasy, mario, tetris …..
Wario Ware (qualquer um … de preferencia a twisted) ——
pra ver como graficos realmente não importam quando se te criatividade de sobra (cada micro jogo tem uma arte genial .. e completamentew diferente entre si)
Sam & Max Hit the Road ———-
Um dos primeiros jogos q me fez rir … e MUITO
M.U.L.E. ————
pq foi o q levou o multiplayer do pong para a ideia inicial de coisas como warcraft
Alex Kidd e Jogos de Verão —–
classicos absolutos e primeiros melhores jogos de muita gente (no auge da tec toy … q é importantissima pro mercado brasileiro) ..o q tb inclui coisas como os jogos do sapo chulé e da monica xD
Campo minado/jogo da cobrinha——-
pq sempre se deve lembrar dos pioneiros em jogos pra pc/celular xD
Quem é Fabio Bratch mesmo?
Metendo o bedelho no meio dos profissa, considero:
- CS como um marco, praticamente mostrou o quanto é bom jogar on-line, com vários miguxos.
-Viva Pinata, o game é em portuga brazuca, não tem como esquecer.
-Street Fghter, meia-lua pra frente sempre vai ser haduken.
-Alex Kidd, Shinobi, enduro, Sonic, etc… nem precisa citar os motivos.
Pô, que legal. Um monte de jogos que eu não joguei, um monte de jogos que alguns jogaram e outros não. Era exatamente esse o intercâmbio que eu queria promover. Acho que consegui.
Óbvio que todos os jogos citados aqui são válidos, mas é engraçado que, quando eu escrevi o post, eu tinha em mente uns mais contemporâneos, tipo da era PS1/N64 até hoje. E os jogos atuais que serão considerados clássicos absolutos daqui a alguns anos. Se bem que hoje em dia o pessoal adora rotular os jogos de “novo clássico”, ou dizer que “esse já nasceu clássico”, tipo o New Super Mario Bros. Enfim, já fugi do assunto.
Já que eu só falei um, lá no post mesmo, deixa eu dizer outros:
1. Conker’s Bad Fur Day
Eu já terminei Chrono Trigger, Ocarina of Time, Mario 64, Super Metroid e outros jogos que sempre estão no Top 10 de qualquer lista dos melhores jogos do mundo, mas eu sempre fico colocando Conker’s BFD no meio desses. Pra mim, é o jogo de plataforma definitivo. Porque além dele ser um ótimo jogo, mecanicamente falando, ele é cheio de “grandes momentos”. Cheio de momentos que ficam na memória mesmo anos depois de ter jogado. Eu mesmo não o jogo há anos, mas ainda lembro exatamente da cena onde Gregg, a “morte”, se apresenta e reclama dos gatos (“bloody cats!”) terem sete vidas. Ainda lembro da cara que Conker fazia quando achava um maço de dinheiro, e das frases que ele falava quando pegava as verdinhas (“Laughing all the way to the bank!”, “More sponduli!” e outras). Ainda lembro chefe mais memorável da minha vida de gamer, The Great Mighty Poo, e da música que ele cantava. Ainda lembro da hilária cena em que Conker convence dois inimigos que ele não é um esquilo, mas sim um elefante, e que esquilos “são aqueles bichos gordos com uma tromba comprida”. E, claro, eu lembro da brilhante paródia a Matrix na última cena, e do final originalíssimo, onde Conker trava um diálogo com um dos programadores do jogo.
Eu adoro um bom enredo. Por exemplo, é claro que eu pago um pau danado pro Tolkien e praquele universo megalomaníaco e ainda assim coeso ao extremo que ele criou para O Senhor dos Anéis. Mas eu curto mais ainda um humor nonsense, o que explica o fato de eu preferir mil vezes assistir Em Busca do Cálice Sagrado, de Monty Python, ou ler O Guia do Mochileiro das Galáxias, do gênio Douglas Adams, do que ler ou assistr a história de Frodo. E em matéria de nonsense, Conker’s Bad Fur Day é supremo e insuperável. Por isso que é um dos meus jogos preferidos e um dos primeiros jogos que eu recomendo a alguém jogar, quando descubro que não o fez. Ou seja, acervo mental obrigatório.
2. Os novos do Sam & Max
Ainda no humor e enredo nonsense, mas este aqui eu acho que todos deveriam jogar por três motivos. Primeiro, porque ajudou a mostrar que o conceito de distribuição digital pode sim funcionar na prática. Segundo, porque é um PUTA JOGO LEGAL, e eu digo isso com letras maiúsculas porque ele foi o único até hoje que rivalizou com o Conker em termos de número de vezes que eu tive que ir tomar uma água pra poder parar de rir. E terceiro porque nos deu o alívio de saber que, sabendo fazer, os adventures ainda têm muito caldo pra dar, e ainda podem voltar a ser parte importa dos games, como foram na década de 90 com a Lucas Arts.
Richard: Fabio Bracht sou eu, muito prazer. Sou colaborador da Futuro e estou sempre disponível no email stratofabio[arroba]gmail.com se tiver algo a me perguntar ou coisa parecida. Abraço!
mais contemporaneos ?
hmmm … pra saturno : nights (originalidade e controles), elevator action returns (maneira original q recriou um classico do atari), radiant silvergun …pq …. é da treasure xD (..q fez VARIOS jogos obrigatorios ..de mischief makers[n64] até astro boy omega factor [gba] passando por ikaruga[dream/cube]) e saturn bomberman (top multiplayers do mundo)
de 64 eu recomendo blast corps (como ser inteligente e destrutivo de um modo quase gta), san francisco rush 2 (pq a pista de stunt é a coisa mais irreal e divertida do universo), smash bros (pq ainda é um dos melhores mutiplayers… perdendo apenas pro meele q é …deus xD) e … coisas como goldeneye e banjo kazooi q nem precisa explicar pq né ? xD
ah ! e superman 64 … pq … bem …. pq todo mundo deveria jogar essa perola =P
de play1 eu cito … Bushido Blade (pelo realismo nunca antes visto em jogos de luta), Klonoa (e seus jogos de gba tb), Kartia (um dos jogos tipo tatics mais dificieis q eu ja joguei =P), Pocket fighter (pq ser hilario combina perfeitamente com ser cute =3), Wild Arms (otima musica, otimos personagens…)
a.. se eu continuar aqui eu num paro mais xD
smash bros meele, viewtiful joe, ookami, disgaea, guitar hero, marvel vs capcom 2, guilty gear xx, qualquer zelda e quase qualquer mario, fzero gx (primeira vez q sega e nintendo se uniram …e dizem as mas linguas q a ultima vez q a sega fez algo bom de velocidade xD)…
Esse blog começou agitado, mas já está jogado às moscas.
Também acho que o pessoal deveria dar um pouco mais de atenção a ele… Eu faço o que posso.
Eu sei disso, Fabio. Dá pra ver o quanto você é dedicado. Dá um puxãozinho de orelha nos colegas aí, pra ver se eles dão mais atenção ao blog.
Abraço!
O negócio é que a redação tá uma correria dos infernos. Muitos projetos, pessoal se descabelando e coisas do tipo.
Acho que os colaboradores estão no mesmo ritmo, então não sobra tempo pro blog :/
Alguém aí se lembra de Where’s Carmen in San Diego? Ao meu ver, um dos melhores jogos para adquirir um pouco mais de acervo mental – e até para colocar em prática o que já temos. Não sei bem se podia citar jogos desse porte, mas tá valendo.
E se for pra citar jogos cabeça, não pode faltar Big Brain. ^^
Ah, uma confissão… só não postei nada ainda porque sou noob o suficiente a ponto de não saber onde se registra para tal =/
Bem, como é minha primeira postagem aqui, vou me apresentar. Meu nome é Leonardo, jogo MMORPG a mais de 8 anos, e sou fundador de administrador do site mmobrasil.com.
Como o assunto do tópico me chamou atenção, vou compartilhar com vocês um sentimento que tive ao me deparar com algumas informações liberadas a nós pela Funcom sobre o novo MMO deles, The Secret World.
Primeiramente, o apelo do jogo foi pelo lore. O que é diferente do que temos atualmente, onde o lore é tratado como uma parte não tão importante, ele tem algum destaque, mas as pessoas se interessam mais por screenshots, vídeos e outras coisas. No caso da Funcom, eles lançaram um poema online, onde os interessados descobririam um link para o site do novo jogo, com novos mistérios a serem desvendados no próprio site. O lore do jogo foi apresentado desta forma, vencidos pela curiosidade, milhares de pessoas se reuniram em comunidades para desvendar os segredos, e assim, conhecer a história do jogo.
Por alto, o jogo é ambientado no nosso mundo, mas onde nossas mitologias, histórias, lendas urbanas caminham lado a lado do seu personagem. Existe a Nova Iorque in game, mas existe também o subsolo da cidade, que guarda segredos ancestrais, entre outros. E assim é com Seul, Tokyo, e outras grandes cidades. Ainda não se sabe se o globo inteiro vai estar presente no jogo já no release, mas locações como o Triângulo das Bermudas (pudera) já foram citados no site oficial.
O jogo tem um apelo mais “cult”, pro lado das grandes teorias conspiratórias, e eu diria que até seguindo um pouco essa onda “Código Da Vinci” atual.
Bem, só pela jogada de marketing para que conhecêssemos o lore e atiçando a curiosidade no nível que eles conseguiram (o poema deveria ser desvendado até 5 dias depois, as pessoas desvendaram em 2 horas) o jogo já merece destaque.
Abri uma discussão no fórum oficial dele, questionando se este poderia ser considerado o primeiro MMO “cult” da nova geração. Mas isso é tópico pra muita conversa né?
De qualquer forma, não sei se este pode ser considerado um jogo para acervo mental (até porque sabe-se muito pouco sobre), mas só de sair do padrão atual, já me salta aos olhos.
Abraços!
ZZZZZZzzzzzzzzzz
Este ultimo post é de 27 de Abril e estamos em 23 de Maio.
Quero saber como é que um blog que tem QUATORZE autores consegue ficar quase UM MES sem nenhuma atualização.
Já vi que foi (mais um) fogo de palha. Triste.
Acredite, ecesar, eu tô contigo nessa opinião. Apesar de ser um dos autores, eu também acho vergonhosa essa falta de atualização. Justamente por ser apenas um dos 14, não quero postar duas vezes seguidas, pois acredito que isso faria parecer que eu estou querendo “tomar pra mim” o blog, ou coisa parecida.
E também para que os outros se sintam encorajados a preencher esse vazio.
Qualquer hora alguém posta.
Velho na minha opinião Importante mesmo é “DOOM”. Pqp, desculpa a linguagem mas o que que é aquilo? Pra quem gosta de FPS assim como eu tem que jogar “Doom 95″, “Doom II”…
Bom vou citar aqui 1 jogo pra cada estilo que eu considero importante. Eu provavelmente vou citar jogos mais antigos, pois é bom saber “as raízes”… shuahushausa:
RPG – Baldur’s Gate(PC)/ Final Fantasy VII(PS1): 2 Putas RPGs. Diferentes em muita coisa, mas com certeza quem gosta de RPG, pelo menos de 1 desses vai gostar. Outro Jogo ótimo é “Zelda: Ocarina of Time(N64)” que já é um RPG/Aventura
Aventura – Mario (N64)/ Full Throttle: Concordo com o Sr. Standler. Mario 64 com certeza é essencial pra quem gosta de uma aventura. Full Throttle é outro classico que pesa no currículo da lucas arts. Outro muito bom e pouco conhecido é “Pitfall (Mega Drive)” que requer um pouco mais de paciencia mas é bem divertido. Temos também “Earthworm Jim”.
Estratégia – Age of Empires (PC)/ Worms (PC)/ War (Tabuleiro): Putz! 2 jogos bem loucos e diferentes quanto à estratégia, mas com um objetico em comun. Podemos lembrar de Warcraft 3, mas a base é Age.
Tiro – Doom(PC): Doom é O jogo. Me deu um branco aqui de jogos de tiros bons, mas doom é legal. Tem também Metal Slug que é bem divertido.
Simuladores – The Sims/Sim City (PC)/ Flight Simulator: 3 simuladores ótimos em que o 3º é um tipo diferente. Num adianta que você diga que the sims é ruim e tenha aquele preconceito, pois quando o assunto é simulador, Will Wright é o cara.
Luta – Mortal Kombat 1 (Mega Drive)/ Street Fighter: Luta é luta. Esses aí são bons e eu acho MK o melhor de todos. Mas temos trocentos jogos de lutas legais como King of Fighters, Tekken, Super Smash Bros, Soul Calibur, WWE…
Corrida – Gran Turismo/ Need for Speed: jogos muito bons. Se você quiser curtir mais, Need for Speed Underground 2. Se você quiser algo mais sério e mais desafiador, GT 3 ou Need for Speed: Porche. Se quiser uma corrida, mais divertida temos Mario Kart…
Esporte – Wining Eleven/ Madden: de esportes eu não conheço muito. Jogo WE de vez em quando com os amigos… Mas o que eu posso garantir é que Madden (pra quem gosta de futebol americano) e os jogos da série “Street” são legais (NBA Street, FIFA…)
Humor – Conker Bad Fur Day (N64)/ Sam and Max: dois jogos de humor negro e muitooo engraçados. Quem jogou sabe e não reclama quanto ao humor.
Bom acho que ta bom né? Acho que quase ninguem vai ler até aqui e eu ocupei um puta espaço, mais ta valendo. Se lembrarem de outros citem por favor. E se discordarem da minha avaliação mediocre também.
Não são 14.
Na verdade são 13,pois alguem já viu o excelntíssimo Sr. Testa postar aqui?
O que acontece?
Caros amigos, alguém poderia por gentileza esclarecer essa humilde questão?
hahahahaha
Então..
Não é necessário gostar de tudo o que se joga. Mas alguns games, gostando ou não, se fazem necessários ao menos experimentar.
GTA. Qualquer um, mas particularmente San Andreas. Independente de se gostar ou não, introduz a liberdade de ação em grande escala. Antes dessa série, não existia isso de ficar “vadiando” pelo jogo.
Winning Eleven. Mesmo que você não goste de jogos de esporte, esse é um que quase todos os gamers brasileiros jogam. Entender “qualé” a desse jogo é importante. Eu prefiro a série Madden de futebol americano, mas mesmo essa série se beneficiaria muito se copiassem algumas caracteristicas de WE… como a tela menos poluida por dados e estatisticas o tempo todo. Analisar as diferenças, prós e contras entre WE e FIFA daria uma boa lição de casa em faculdades de games. Analisar as diferenças entre todas as versões de WE, um trabalho digno de TCC em jornalismo de games… rs.
Mario Bros. (Ou se preferir, Mario All Stars + MarioWorld).
Super Mario inventou o jogo de videogame como o conhecemos. Historia com começo, meio e fim, personagem com caracteristicas proprias, fases diferenciadas umas das outras, fases secretas, game music… tudo começou pra valer com Mario. Mario 64 tambem é recomendado, pra jogar um game de plataforma 3D q não perdeu o brilhantismo de suas versões originais 2D.
Street Fighter 2 e Mortal Kombat. Não dá pra entender os games de luta e os anos 90 se você não jogar esses games. MK, eu recomendo jogar os 3 primeiros, pelo menos.
Final Fight. Icone de um gênero praticamente extinto, o beat’n'up de scroll lateral.
Jogue nem que seja só os 10 dias gratuitos ou umas vezes na conta de algum amigo, World of Warcraft. Não tem muito o que possa ser dito sobre MMORPGs que você não tenha visto ser bem executado em WOW.
Incluiria tambem na relação Contra (NES), Gosth’n'Goblins, LocoRoco (PSP), o game de estratégia Starcraft e alguns RPGs importantes: FF VI e FF VII, Baldurs Gate 2 e também o clássico RPG de ação Diablo 2.
E se sobrar um tempinho, dois jogos muito bacanas: Maniac Mansion: Day of Tentacle… um clássico dos adventures point-and-click… e Lemmings, a primeira grande idéia do cara que criou GTA.
Bom, eu acho que este acervo mental é justamente o que falta nos jogadores novatos, e que estão ingressando agora no mundo gamer.
Sem conhecer o que vale a pena ou não jogar, pensando daquele jeito já conhecido “qual é o que tem o melhor gráfico ?”, “qual é o melhor ?”. Não tendo aquele “sétimo sentido” que os gamers mais maduros possuem, não conseguindo distinguir um jogo que vale a pena, de um jogo que não vale nem meio tustão.
Mas as revistas de games estão aí para mudar esta mentalidade, como as matérias da SDP e da EGM(Classic Gaming, e Spailer).
Esse blog tá virado numa bosta! Que fracasso precoce!
Hora da praga: Tomara que esse fim melancólico se estenda a todas revistas de games da Futuro!
então… 50 posts depois na ultima atualização vem o cara e fala de “fracasso”.
vai entender…
é cada um que vem aqui. Pqp o cara é puta infantil, deve te uns 10 anos e só porque o amigo do irmão dele que ele deve paga um pau falo que as revistas da futuro são ruins ele vem aqui enxe o saco.
Mas, sera que vai rolar uma atualização por esses dias?
Façamos o seguinte: deixem o cara falar á vontade! Se ele entendesse como é a vida de um jornalista, com certeza saberia que as coisas não são assim tão fáceis quanto parece…abstraiam, abstraiam…
Ae concordo com o cara aí de cima,
fazer uma revista não é fácil, imaginem 4 (NW , EGM ,PSP e EGM pc), quando os caras tiverem tempo e alguma coisa boa para postar, eles postam.
Mas se alguem quer atualizações, vão aos blog do MINATOGAWA e do BUENO
(respectivamente, SPOILERPROOF e FREEKO), eles são os caras que mais atualizam,
e são muito engraçados.
É, seria bom o pessoal da Futuro postar mais aqui, senão vou criar um tópico de Acervo Mental de blog bacanas para incluir o jornalismo de games…
Mas a gente só reclama porque as postagens fazem falta mesmo, é tudo crítica construtiva, acho interessante o pessoal que produz as revistas interagirem conosco!
Volta galeraaaaaaaa!!!!!!
[...] Publicado Junho 1st, 2007 Curiosidades , PC , Video Games , Geral Após eu ler o “Acervo mental” do blog “jornalismo de games” feito pelas pessoas que trabalhavam na Futuro, eu [...]
Jogando com a boca : Os Reviews de Games nesse blog. – Prince of Persia para SNES
Ok, ainda MAIS um post que se alongou demais… de novo. Agora foi lá no tópico de acervo mental lá do jornalismo de games no qual eu já havia postado… Mas dai fui checar o coitado do blog às moscas novamente e resolvi postar algo que…
Falando em atualização, bem q o Farah podia escrever contando sobre seu primeiro mês como editor da M3…
Desculpem a minha ignorância, mas o que é a M3?
M3 é a nova revista da Futuro sobre MMOG’s.
Acredito que o pessoal deve estar realmente sem tempo até pra respirar porque infelizmente as atividades extras (podcast, blog, etc.) são deixadas a terceiro plano.
Sinto falta do podcast…
Bom , se quer um podcast, tem o AUDIOGAME, inclusive, agora sou colaborador de lá
Depois ficam chorando que jornalista de games não é levado a sério…. nem eles próprios se levam a sério! Que vexame esse blog abandonado.
Desculpe a todos pela falta de atualização. Sei que, se reclamam, é porque o material agrada. Infelizmente, a rotina de trabalho está apertada, sobrando pouco tempo para qualquer outra coisa que não o trampo principal: fazer revistas. Esperamos em breve (ou não) normalizar a situação e voltar a atualizar esse espaço tão bacana.
Abraços!
Não adianta querer esculachar…
Vejam que o comentário do Fabão foi postado ás 20:14! Muito provavelmente ele ainda deveria estar na redação. Fazendo o que? Editando ás 231.486 revistas que eles devem editar. A correria está solta na redação.
E fica aqui um parabéns para o Bracht: O post dele foi campeão de comentários…
Olha, Gustavo, vou te contar um negócio. Esses dias (não faz muito tempo) eu me deparei com o Fabão online no MSN às 3:30 da manhã. Nós dois estávamos trabalhando, cada um com as suas coisas. 20:14 ele tá lá todo dia, eu acho.
Quanto ao post, nos meus três ou quatro anos de “blogagens”, nunca um post meu teve tantos comentários.
Mas eu devo dizer que preferiria que este post tivesse só 10 comentários, porque outra pessoa veio e postou outra coisa um ou dois dias depois, e assim por diante. Estou chateado com a falta de atualização do blog tanto quanto qualquer um de vocês, talvez até mais. E já falei com o Fabão sobre isso.
Abraço!
Quanto á isso, o Blog é um complemento ao trabalho de vocês. è para o pessoal expor suas idéias, pois nem todo mundo pode ter sua opinião veiculada na EGM ou na NW por exemplo. A falta de atualização DESTE blog não me deixa nervoso ou chateado, porque todo mundo sabe que a galera está trabalhando “virada no Jiraya”. E tem mais: Um comentário á mais já é uma atualização, já é uma forma de tratar o que foi conversado ou até mesmo lançar uma idéia nova. Isso mesmo, lançar uma idéia nova pelos coments. E que os frequentadores do JDG tenham paciência e se (como dizem alguns)
querem trabalhar nessa área tenham uma vaga noção de como é trabalhar em uma redação.
Có badóia! Có!
Próximo!
*cutuca o blog com um graveto*
*olha curioso e espera*
…*não se mexe*…
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